Eu amo Brasil

Eu amo as praias brasileiras, mas, mais do que isso, eu amo a cultura de praia do povo brasileiro. Eu não consigo pensar em um domingo melhor em qualquer lugar do mundo do que passar o dia numa ... Explore Nicolas Pichené's 23 photos on Flickr! A EAB - Eu Amo o Brasil – é uma associação sem fins lucrativos, apartidária, voltada para a sociedade, cujos princípios visam contribuir com o desenvolvimento da educação para a cidadania e consciência cívica dos brasileiros. Fomentamos o sentimento de amor à pátria, buscando o fortalecimento da identidade nacional através da ... Eu amo o Brasil. Ei, /r/brasil... Cansei desses textos falando (com razão, claro) dos vários problemas que o Brasil tem. Da nossa cultura de empurrar as coisas com a barriga, de querer se dar bem sempre, da situação péssima dos serviços públicos (saúde, educação, infraestrutura, etc), dos nossos políticos, entre outros. The Visualized Social Media Search, '#VemAiMariliaMendonca' Tweets are #Visualized on the count of 'Likes' and 'Retweets' with @TheVisualizED App 📊 Follow for more trending Tweets and enjoy the visualization here at , TheVisualizED, Social Media Search, visualization, YouTube Videos, Twitter Tweets, #Data, #DataViz, #Metrics A foto das alunas do Grupo Escolar Prof. Luiz Grellet, segurando o cartaz com os dizeres: “Eu Te Amo, Meu Brasil”, retrata fielmente a época dos Governos Militares, cujos dizeres, foi título de uma canção composta pelo cantor Dom, da dupla brasileira Dom & Ravel, que fez sucesso nos primeiros anos da década de 1970.. No entanto, a música acabou por tornar-se mais conhecida pela sua ... A participação é gratuita e nos ajudará a construir um Brasil melhor. Com mais pessoas participando conseguiremos continuar inspirando o patriotismo entre os brasileiros. Participe. Notícias do Brasil. ... Associação Eu amo o Brasil Rua Estados Unidos, 1205 - São Paulo - Capital - 01427-001 +55 11 3060-9600 [email protected] Eu te amo, meu Brasil, eu te amo Meu coração é verde, amarelo, branco, azul-anil Eu te amo, meu Brasil, eu te amo Ninguém segura a juventude do Brasil. As tardes do Brasil são mais douradas Lá lá lá lá Mulatas brotam cheias de calor La lá lá lá A mão de Deus abençoou Eu vou ficar aqui, porque existe amor Muitas crianças, que no Brasil hoje estão Sofrendo, chorado, vivendo sem salvação, oh não! Missões é compromisso é amor, compaixão Precisamos falar d'Ele, na cidade e no sertão. Amo o Brasil quero ser bênção pra minha nação Amo o Brasil quero ser bênção pra minha nação De Jesus vou falar, ofertas entregar Sem esquecer do tempo para orar De Jesus vou falar, ofertas entregar ... O Brasil tem, atualmente, o terceiro maior rebanho equino do mundo, com 5,9 milhões de cabeças, segundo números de 2002 da Food and Agriculture Organization (FAO), perdendo apenas para México e China. Com tais números, seria impossível imaginar que somente os ricos desenvolvam essa atividade produtiva. Estima-se que o uso do cavalo ocupe ...

Eu amo a música do Brasil e gostaria de saber mais músicas, e pensei: quem melhor para recomendar músicas do Brasil do que um brasileiro??"então fiz essa playlist coloborativa no spotify onde você pode adicionar a música que quiser :) (Im from Colombia and I love your country, thanks for the help)

2020.10.19 17:04 sofiacontreras02 Eu amo a música do Brasil e gostaria de saber mais músicas, e pensei: quem melhor para recomendar músicas do Brasil do que um brasileiro??"então fiz essa playlist coloborativa no spotify onde você pode adicionar a música que quiser :) (Im from Colombia and I love your country, thanks for the help)

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2020.10.18 12:13 ivan_dc_office I’m Angolan and I love Brasil we are best friends forever/ Eu sou Angolano e amo o Brasil nós somos melhores amigas pra sempre 🇧🇷❤️🇦🇴

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2020.10.16 22:23 Creative_Oven_6350 Estou na minha segunda formação e há quase três anos procurando emprego. Não consigo nada. A frustração está acabando comigo há muito tempo.

Bem, antes de começar, essa conta é uma throwaway, já que pessoas próximas podem ver o post.
A questão é a seguinte: logo que saí do Ensino Médio, consegui entrar em uma universidade federal. Na época eu tinha algumas ideias do que queria fazer para a vida e decidi arriscar na que me parecia mais legal. Não me entendam mal, não é que eu me arrependa de minha escolha, honestamente se não fosse por ela eu não acho que seria a pessoa que sou hoje e não conheceria minha namorada (com quem tenho um relacionamento há 5 anos).
Para ser mais específico, eu entrei em Licenciatura e Bacharelado em História, na UFPR. Eu realmente gostei do curso. História sempre foi uma área que me fascinou e durante a formação pendi cada vez mais para a pesquisa. No entanto, claro que na metade da graduação percebi a falta de perspectivas de pesquisas nessa área no Brasil e comecei a pensar em alternativas de onde trabalhar.
Sempre gostei de dar aula, apesar de nunca querer ser professor do Estado. Então entrar em PSS não era uma opção. Antes da minha primeira graduação, durante e até um tempo depois, sempre trabalhei informalmente em negócios da família. Fui assistente administrativo no escritório de contabilidade dos meus pais. Ajudei na pequena gráfica digital que meu tio tinha, tanto no balcão quanto no setor de compras. Esses trabalhos me ensinaram muitas coisas e me deram muitas habilidades diferentes. Sempre sou elogiado por ser comunicativo, tenho habilidades avançadas no pacote Office completo, aprendi a mexer em estoque, arquivo, realizar trabalhos braçais etc.
Só que em certo momento percebi que precisava de um trabalho formal. Algo que estivesse registrado em minha carteira de trabalho. Aqui entra outra coisa que gosto muito: idiomas. Desde cedo sempre estudei outras línguas por conta própria. Sempre foi um hobbie meu. Me tornei fluente em inglês, consigo conversar em francês e japonês e tenho certo conhecimentos de espanhol e LIBRAS. Aproveitando essas minhas habilidades, consegui me tornar professor de inglês.
Mas a ideia de virar professor de inglês nunca me foi permanente. A falta de perspectiva de uma carreira nunca fez com que eu quisesse ser professor. Pesquisador sempre tive vontade. Por outro lado, vejo amigos meus com 30, 35 anos fazendo doutorado, pesquisas maravilhosas, mas precisando arrumar outros empregos para se manter e ganhar mais ou menos mil reais por mês. Não é uma vida que quero ter.
Estou com 23 anos no momento. Quando estava com 20, decidi que iria para outra área que sempre tive muito interesse: a parte comercial. Sempre fui bem com números. Não só enquanto trabalhava no escritório de contabilidade de meu pai, mas também participei e "ganhei" algumas Olímpiadas de Matemática enquanto estava na escola. A área administrativa também era interessante. Então pensei bastante e cheguei a conclusão que se conseguisse algo na área de Relações Internacionais ou Comércio Exterior, teria a carreira que sempre quis.
Isso se deu por volta do início de 2018. Achar estágio na área de História (em museus e coisas do tipo) nunca deu certo, tanto pela falta de vagas quanto pela carga horária diária do meu curso que nunca batia com o que eu achava. Consequentemente, fui procurar estágios e empregos em Relações Internacionais e Comércio Exterior. Assim se deu o meu ano de 2018. Obviamente, sem nenhum resultado.
Eu mandava todo mês meu currículo para inúmeras vagas. Nunca recebi uma única resposta. Tudo bem. Bola pra frente. 2019 chegou e eu me formei na metade do ano. Mais 6 meses sem nenhuma resposta. Nesta época, eu já enviava o currículo semanalmente. Queria alguma oportunidade em RI ou Comex. Eu achei que História era um curso similar o suficiente. Pelo jeito, as empresas não concordavam.
Depois de minha formatura, há quase um ano e meio procurando, decidi investir em concursos públicos. Talvez eu conseguisse uma área no setor comercial ou administrativo do Estado. Não seria um problema se eu pudesse migrar posteriormente. Prestei vários concursos que fiquei três ou quatro vagas abaixo da linha de corte. A frustração era grande, mas eu continuava.
Enquanto isso, precisava me sustentar. Portanto, permaneci dando aulas de inglês. Não posso negar, sou bom nisso. Não muito bom, mas o suficiente para receber elogios esporádicos tanto de alunos quanto colegas. Quem sabe se em algum momento eu me dedicasse à área pedagógica, pudesse crescer e construir uma carreira ali.
Porém, eu sabia que investir na área pedagógica me afastaria completamente de RI e Comex. Então nunca fiz isso ou fui para esse lado. Em certo momento de 2019, passei no edital do IBGE para o Censo 2020. Meu nome foi homologado no Diário Oficial da União. Eu estava dentro. Tinha conseguido algo diferente, além de dar aula. A frustração parecia ter acabado. Só precisava esperar março de 2020 para ser chamado. Minha namorada chorou de felicidade por mim. Eu também estava transbordando por dentro.
Aí aconteceu que... a pandemia. Todos sabem. A verba do Censo 2020 foi cortada completamente nesse ano e transferida para o segundo semestre de 2021, isso se não for postergada mais uma vez. Depois, descobri que o concurso que tinha passado era PSS e mesmo eu estando dentro, não significava que seria chamado. Nisso já era metade do primeiro semestre de 2020 e eu também não havia parado de mandar currículo para RI e Comex. Se eu conseguisse um emprego nessa área, não ficaria no IBGE (pois o cargo era temporário de apenas um ano).
Extremamente frustrado, depois de muitas e muitas (e muitas) crises de raiva, tristeza e angústia, decidi investir em alguma coisa que fosse mudar tudo. Comecei uma segunda graduação. Moro em Curitiba e diante das possibilidades de cursos que poderia fazer nessa área, optei pela que me pareceu melhor: Comércio Exterior.
Minhas aulas começaram em julho desse ano. Desde o mês sete, tenho uma única rotina: todo dia da semana eu acordo, vasculho a internet, sites especializados, grupos de WhatsApp e Telegram, em busca de empregos para a área comercial, administrativa, financeira ou até logística. Existem muitas coisas em cada um desses setores com as quais eu adoraria trabalhar. Todo dia, literalmente todo dia mesmo, eu me inscrevo em média de uma até três vagas - tipo, todo dia.
Desde julho, sou rejeitado em umas 30/40 vagas mensalmente. Entrar em uma segunda graduação de Comércio Exterior realmente ajudou: agora sou chamado para entrevistas e provas. No entanto, sempre que me perguntam se eu faço alguma coisa, se ainda trabalho, digo que tenho o trabalho temporário de instrutor de línguas. Algo que quero largar assim que conseguir outro trabalho na área que quero, ou seja, na área para a qual estou me inscrevendo.
Só que é sempre nessa parte, é sempre nesse momento que vejo claramente que sou colocado de lado. Ninguém quer contratar alguém que precisou trabalhar como professor. Algo pedagógico, muito diferente do mundo comercial. Sempre elogiam minha curiosidade por línguas, acham legal meu contato com setores administrativos e financeiros no passado, mas por terem sido trabalhos informais, ninguém se importa. Sim, estou frustrado.
Dia após dia recebo e-mails falando que não foi dessa vez. Isso quando os recebo. A maior parte das inscrições por e-mail não são respondidas. As que realizo por sites diversos, estão marcadas 90% como "Rejeitado por falta de experiência". Todos estágios. É sério. Tenho mais de 40 vagas de estágio rejeitadas por "falta de experiência". Repito novamente porque estou frustrado: estágios.
Eu não consigo um único estágio. Em nenhuma área. Todo dia sou recusado. Não importa se é RI. Setor de compras. Setor administrativo. Setor financeiro. Setor de logística. Só preciso desse primeiro emprego na área. Aposto que os demais vão vir muito mais facilmente (porque mais difícil não tem como existir).
E receber constantemente, apesar do esforço diário de mandar currículos, atualizar informações em sites (sim, tenho perfil em LinkedIn e mais outros diversos sites de emprego), apenas me lembra do meu fracasso. Não tenho perspectivas nenhuma de que vou conseguir. Nenhuma perspectiva que vou mostrar para alguém quão esforçado posso ser. Quão dedicado. Eu só preciso de uma chance para a primeira oportunidade.
Estou nessa há 3 anos. Acumulo quase 100 rejeições totais desde que comecei minha segunda graduação. Cada vez me empenho mais para tentar. Cada vez tenho menos vontade e fico pior. Menos motivado. Antes que alguém fale alguma coisa (se alguém aguentou ler esse textão de desabafo até aqui), estou sempre verificando meu currículo: como apresentar informações, tirando, colocando coisas. Já contratei profissionais de currículos que analisaram e mudaram algumas coisas. Já apresentei pra muitos profissionais colegas e da família que deram algumas sugestões e elogiaram outras coisas. É algo que estou sempre tentando melhorar, mais e mais.
Pra encerrar, existe um fator nisso tudo que aumenta ainda mais a frustração comigo mesmo, a frustração com todo esse cenário. Minha namorada trabalha na área de tecnologia. Em 2019, decidiu arranjar um estágio. Se inscreveu para três e conseguiu um deles. Agora em 2020 decidiu ir para outro, se inscreveu em uma única vaga e foi aprovada. Não tenho raiva nem dela. O que mais me afeta é a diferença da facilidade de conseguir emprego em uma área comparada à outra. Ela é minha namorada. Amo ela e estou feliz que ao menos um de nós está tendo conquistas dessa área. Mas não consigo deixar de ficar pior, o problema sou eu? Nunca vou conseguir uma vaga simplesmente por causa da minha primeira formação? Porque precisei dar aulas para me sustentar? O problema é algum outro?
Enfim, esse é o meu desabafo. Desculpem pelo tamanho do texto e obrigado se alguém chegou até aqui.
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2020.10.14 12:21 DonaBruxa_Deyse A Prostituta- Verídico

🕷🕸Relato recebido. Foi contado por uma mulher sobre seu contato com Setealém.🕸🕷
Eu sou Brasileira e morei em Milão/Itália entre os anos de 2003 à 2015.
Minha mãe tinha cidadania italiana, pois na sua juventude tinha sido modelo e morado na Itália. No seu tempo, chegou até a atuar em alguns filmes do de Sica. Mas minha mãe era fria, ruim, maldosa. Não dava a mínima pra mim. Ela era alcoólatra e me batia desde sempre.
Nunca conheci meu pai. Ela jamais citou seu nome. Sempre imaginei que fosse um italiano famoso e mantive a esperança de encontrá-lo. Minha avó era boa e me confortava após as surras. Contava que minha mãe nem sempre fora assim. Que era doce, meiga, sorridente. Mas que depois que voltou de vez da Itália pro Brasil, nunca mais fora a mesma. Tinha se transformado num monstro e que nem a reconhecia mais. Eu só pensava em fugir de casa. Minha avó morreu em 2002. Fiquei ainda mais sozinha.
Quando fui descoberta como modelo, não pensei duas vezes e fui embora. Minha mãe assinou os documentos e pela primeira vez na minha vida, parecia feliz por estar se livrando de mim.
Cheguei em Milão com 15 anos na esperança de seguir carreira como modelo. Sai do Brasil com um contrato assinado para desfiles de modas e realmente, desfilei por 2 anos. Porém, muitas meninas chegavam com o mesmo sonho, por ser um mercado com muita competição, os trabalhos foram diminuindo. Morava num apartamento perto de monte Napoleone e dividia com mais 5 garotas também modelos.
Comecei a trabalhar como vendedora pra uma loja de grife: Chanel. Mesmo recebendo comissão, era muito cara o estilo de vida que levava e tinha o sonho de ter sucesso na vida.
Uma das minhas colegas de apartamento, não escondia de nós que trabalhava como Ragazza imagine em danceterias e saia com clientes ricos depois dessas noitadas. Na verdade, ela era uma garota de programa e saia com a nata da sociedade milanesa.
Eu estava de saco cheio daquela vida e eu mesma pedi que ela me apresentasse para seu “chefe”. Era uma agência de “modelos”. Fiz fotos para um “book” que seria exibido para clientes que procuravam meninas com o meu perfil. O cachê para esses encontros partiam do valor de €1.500,00 por três horas de encontro. Esse valor livre em minhas mãos.
Nesse período em que trabalhei pra essa agência, sai com jogadores de futebol, políticos, artistas, sheikes árabes, milionários… Rolava sexo e muita droga. Eram homens generosíssimos e além do cachê pré combinado, ganhava gorjetas e muitos presentes. Nós não éramos obrigadas a usar, mas confesso que tornou-se um vício também. Numa sexta-feira, fomos chamadas para comparecer na agência.
Foi nos explicado que um cliente muito importante escolheria 7 garotas para um “evento”. Seria pago 17 mil euros para cada antecipadamente. As escolhidas seriam levadas por um motorista na data e horário combinado è trazidas de volta no fim do evento. Deveríamos assinar um termo de silêncio e que nada visto ou ouvido poderia ser divulgado. Meus olhos brilharam ao imaginar o valor que seria pago. Entrou então um avaliador. Ele estava ali para escolher as 7 meninas. Ele vestia terno caríssimo, sapatos que brilhavam, luvas pretas de couro, óculos escuros, mas eu pude sentir um desconforto toda vez que ele olhava para mim. Ele não falava nada. Parecia fraco, adoentado mesmo, pele amarelada. Todas as meninas vestiram biquínis, formamos uma fila e começamos a desfilar para ele. Ele apenas apontava o dedo para as que escolhia. Eu fui uma delas. Vibrei por dentro.
Houve uma segunda etapa da seleção, onde tínhamos que responder uma sequência de perguntas, que não faziam muito sentido naquele momento:
Você mora sozinha? Acredita em Deus e outros seres? Você tem medo do escuro? Transaria com um réptil? Qual período de tempo mais longo que aguentaria ficar sem beber água ou líquido? Acredita em orações ou rezas? Sabe dizer uma de cor nesse momento? Já ficou presa dentro de um quarto sozinha numa casa desconhecida? Você se considera uma pessoa capaz de guardar segredos? Se você desaparecesse, alguém sentiria sua falta?
Entre outras perguntas totalmente sem nexo....mas enfim, ricos são excêntricos, pensei!
Sai de la, com meus euros garantidos, porque no fim do processo, cada uma das 7 recebeu na conta o valor combinado. Deveríamos ir lindas e o tema da festa era “Mascarados”.
Sai da agência tão feliz. Resolvi comprar vestido, sapatos e bolsas novas. Comprei perfume e maquiagem. A festa seria na noite seguinte e meu motorista me buscaria as 19 horas em ponto.
No horário combinado, toda linda, eu aguardava no hall de entrada do prédio o tal motorista.
No termo que assinei dizia que não nos era permitido o uso/ portar nenhum aparelho fotográfico ou celular.
Então, parou um carro preto antigo, muito velho e desceu um homem tão estranho quanto o que me escolheu na seleção da agência.
Ainda assim de forma educada, sem olhar para mim, abriu e fechou a porta do carro.
Ele não trocou uma palavra comigo durante uma hora e meia até chegar ao local do evento.
Sabia que estávamos na região do lago de Como, mas nunca vira ali na Itália uma estrada tão deserta. Não cruzamos com nenhum Autogrill. Até chegarmos a um castelo antigo, que a primeira vista parecia abandonado. Estávamos no meio do nada e ali tinha um castelo! Ao adentrar no castelo, vi no meio do salão minhas 6 amigas. Estávamos lindas, ansiosas. Nos cumprimentávamos, quando ouvimos 7 rufadas de um tambor. Congelamos. Apareceu uma mulher vestida de preto e seu rosto escondia-se atrás de uma telinha do seu fascinator. Fez sinal para que a seguíssemos e fomos até outra sala ainda maior. Antes de entrarmos nessa segunda sala, a cada uma de nós foi perguntado ( pela senhora de preto): -Acredita na unidade daquele que é um só? Todas nós respondemos que sim ( nem sei dizer porque respondi que sim) e entramos no grande salão. Estava escuro e de repente, mais sete rufadas de tambor e a nossa frente, uma luz amarela acendeu. Era uma luz amarelada estranha, meio fraca, piscava e a nossa frente surgiam pessoas mais estranhas ainda. Ouvimos uma música que nos perturbava. Ficamos sem reação. Deveríamos dançar? Conversar? Sorrir?
Notei que aquelas pessoas pareciam pertencer a uma alta classe social porque por mais estranhas que fossem, havia muita pompa no modo delas vestirem-se e portarem-se. Repito que era tudo estranho e feio! Havia homens e mulheres e até crianças mascaradas naquela festa! Pessoas ricas com roupas tão surradas? Havia um cheiro muito forte no ar. Como se algo tivesse estragado ou em putrefação. A música era a mesma e eu já não entendia nada. Aos poucos, homens mascarados se aproximavam. Um deles, cambaleando chegou até mim, sorriu e NÃO TINHA DENTES. Me disse algo e seu hálito me atingiu... Inconscientemente, levei a não até a boca e nariz! Quase vomitei. Ainda assim, disfarcei e sorri. Quando ele encostou a mão gelada no meu antebraço, senti que cairia no chão.
Ele pressionou meu braço e me levou para dançar. Se é que aquilo seria dançar... davam uns pulos, tinham trejeitos e a falta de coordenação daquele povo poderia ser considerado patético!
Suportei por bem uns 10 minutos aquele bafo, mãos geladas sobre mim... Até que pedi algo para beber. Ele disse numa voz rouca mas fina, que não tínhamos permissão para beber nem comer.
Gente, que absurdo.
Porém, tinha levado meu pozinho mágico e seria obrigada a usá-lo para aguentar aquele show de horrores. Lembrando que já tinha embolsado meu dinheirinho, estava tudo Ok. Pedi para usar o banheiro e então a senhora de preto me levou. Iluminando o caminho com uma vela preta. O banheiro era a coisa mais NOJENTA que há vi na vida.
As privadas estavam todas sujas de m€£%¥. Tinha até vermes na água que fica parada no vaso. Pedaços de carne podres! Não tinha descarga. Ao tinha torneiras. Desisti de fazer xixi. Usei minha bolsa de apoio e fiz a maior carreira de minha vida. Quando voltei para o salão as pessoas tinham desaparecido. Só tinha uma mulher mascarada que me observava. Resolvi que deveria puxar assunto e caminhei na direção dela. Faltavam 5 passos e vi que uma senhora também de preto a arrastou. A mascarada gritou: - Eu sou você! ( disse meu nome!!!)Vá embora! Fuja daqui! Nós liberte desse inferno! Na confusão, sua máscara cai e pude ver seu rosto. Aquela mulher era idêntica a mim! Era eu num outro corpo. Nada pude fazer... A vi ser levada. Minhas colegas já tinham sumido e eu fiquei sozinha ali. Senti as mãos geladas no meu braço outra vez. Era aquele horrorizo novamente. O povo parecia ser muito ruim de festa. Ninguém falava, ninguém tia ou cantava, vão podíamos comer ou beber! Fui levada até um quarto . Passamos por corredores frios e escuros. Eu e ele! Meu coração batia forte... Não sabia se era a droga ou o medo. Comecei a escutar gritos ao passar por outros quartos. Chegamos ao “nosso” quarto! Era tão ridículo e feio quanto todo o resto até aquele momento.
Uma vela preta estava acesa. A única luz naquele quarto frio.
Tinha chegado a hora.. Teria que fazer jus ao dinheiro pago por aquela noite. Estava arrependida já!
Comecei a me despir, o homem, tirou a máscara e falou:
-NÃO OUSE!
Paralisei!
-Sente-se!
Ela falou comigo sem abrir a boca!
Sentei e ele me explicou:
-Eu sou seu irmão. Sou filho da mulher que gritou seu nome. Meu pai aprisionou ela aqui há anos. Ele é prefeito aqui. Você está num lugar que não existe. Aqui é o meio. Aqui é Sathlem ( algo assim)... Não sei escrever ou repetir. Prometi à ela que te libertaria. Suas amigas jamais voltarão. Já pertecem a esse lugar.
Quanto mais ele falava, mais lúcida eu ficava. Será que esse pozinho era tão forte assim? Só pensava nisso?!? Como eu poderia estar pensando nisso?Meu Deus, estou tendo uma overdose! Não é possível!
E o estranho concluiu meu PENSAMENTO: - Não, você não está alucinando ou alterada. Você foi despertada pelo UM SÓ! Não fale mais nada para não desperta-lo!
Comecei a chorar! Queria devolver o dinheiro! Queria ir embora.
Comecei a ouvir passos... Como se um gigante se aproximasse. O estranho fez sinal para eu calar a boca. Não era capaz de controlar meu choro. Até o estranho pressionar com o dedo um ponto na minha garganta! Doeu muito. Ouvi ele pedindo desculpas por fazer aquilo e perdi os sentidos.
Acordei na minha cama. Estava com o vestido e sapatos da festa.
Tinha um bilhete escrito na comoda do quarto escrito assim:
Senti tanto medo. Jurei que nunca mais beberia ou me drogaria na vida e pararia com aquele “trabalho” Realmente, nunca mais fiz nada daquilo.
Meu telefone tocou e era o agente. Precisava ir até a agência.
Fodeu, pensei! Fodeu, fodeu, fodeu!
Mas fui... Porque sabia que se vão fosse, eles viriam ate mim. Meio que você começa a fazer parte da máfia! Você tem que prestar contas!
Fui com o coração na mão! Bom, pensava a, gastei o dinheiro somente com o vestido, bolsa, sapatos e maquiagens. Não tinha gastado tanto e teria como cobrir os gastos e devolver os 17 mil.
Quando cheguei lá, o agente me tratou tão bem... Disse que eu tinha sido venerada e exaltada. Que tinha sido profissional e me destacado . Gostaram tanto de mim que pediram meus dados bancários porque me fariam um agrado!
Entendi que o agente tinha sido recompensado. Perguntei sobre minhas colegas e ele mudei de assunto: -Que colegas? De quem você está falando?
(NUNCA MAIS AS VI!) Não eram amigas. Nas as viagem festas e tal... Jamais as vi novamente.
Fui até um ATM e quando solicitei meu saldo, quase caí de costas! Havia sido depositado na minha conta alguns muitosssss 00000000000 de euros.
Com essa grana, mudei minha vidaComprei um apartamento e carro. Estudei. Conheci um grande amor. Tenho filhos. Moramos na Bélgica. Sou estilista de moda e tenho minha grife!
Tenho sonhos recorrentes com aquele lugar onde estive. Meu marido sempre comenta ter a sensação de estar sendo seguido ou observado. Diz ver carros estranhos parados na rua de casa. Comenta sobre carros estranhos! Digo que é apenas impressão dele!
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2020.10.07 18:53 Kl111w Acho que quero trabalhar com artes mas tenho um pouco de medo

Tenho 16 e eu amo artes, tipo, MUITO; e não importa muito qual arte seja, pra mim a arte é muito mais complexa do que aparenta, tem vida, história, sentimento, paixão, emoção e arte é quase tudo, uma pintura, uma escultura, uma música, um filme, uma atuação, enfim...
Moro em Portugal e aqui não é igual no Brasil, no ensino médio você tem que escolher um curso sobre algo específico pra fazer, é meio que um ensino médio só que especificado; ex: Eu tô fazendo o curso de Ciências e Tecnologias, mas se depois que eu me formar eu quiser ser, sei lá, CONTADOR eu vou ter muito mais dificuldade por não ter nenhum preparo e não saber nada dessa área. Aqui tem o curso de artes e eu adoraria fazer, mas é aquilo né? Pelo o que eu vejo pelo menos, não dá pra sobreviver muito da arte atualmente, então mesmo que seja algo que eu goste, as dúvidas e as variáveis são muitas; eu realmente não sei se troco de curso ou não =/
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2020.10.07 01:40 F_O_R_K you know what to do, brasil número um🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷 sim, eu amo a França, como foi no gozo

you know what to do, brasil número um🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷 sim, eu amo a França, como foi no gozo submitted by F_O_R_K to okbuddysouls [link] [comments]


2020.09.30 21:06 pla-to Escritor a beira do colapso

Olá, Brasil
hoje venho lhes apresentar meu dilema. Gostaria de saber se os senhores podem me auxiliar, pedindo desculpas antes mesmo de começar a me explicar, tendo em vista o tamanho do post que abaixo segue. Para quem possuir a paciência e a resignação de ler até o final, só me faz possível agradecer e lhe estender um virtual e fraternal abraço.
tl;dr>! sou bipolar e gosto de escrever, não tenho um puto no bolso pq anos de estudos de filosofia e literatura me tornaram incapaz de conviver de maneira adequada nessa sociedade doente, peço que avaliem meu trabalho para que eu saiba se há futuro para mim na escrita e, também, que me ajudem com conselhos profissionais, doações ou de qualquer outra forma para que eu possa sair da cidade em que resido e busque um lar em São Paulo.!<
Vamos lá:
Me chamo Dillon Hagar (meu pseudônimo literário) e tenho ~30 anos. Sou formado em direito e administração com pós em direito penal e processual penal, não que isso me seja muito relevante sobre quem sou, acredito estar mais relacionado com minha história.
Venho de uma família brasileira típica: meu pai e minha mãe são pessoas honestas que sempre trabalharam (muito) para buscar oferecer o melhor para meu irmão e eu. Apesar da extrema formalidade que compele o viver dos dois, sei por fato e história o quanto eles nos amam. Meu pai sempre foi um cara absurdamente estourado e - até recentemente - acreditei que isso era apenas seu jeito de ser, afinal o cara já engoliu alguns sapos da vida (principalmente de sua falecida mãe).
Talvez pelo fato de ser tão estourado, permiti por muito tempo que minhas escolhas fossem feitas por mim, afrontar seus nervosismos só me gerava ainda mais ansiedade. Sempre me foi difícil o necessário pisar em ovos com ele, já que somos pessoas absolutamente distintas. Seu ideal de justiça é através da imposição da violência enquanto sou apenas um advogado que valoriza o debate, defende as garantias e direitos individuais e conhece um pouco das mazelas do nosso maravilhoso Brasil.
Fiz uma faculdade (duas, se prezar pela especificidade) que me habilitaram em uma profissão que não tinha e nem tenho a menor intenção de exercer. Sou advogado inscrito na OAB/SP, porém tudo que gostaria de fazer é rasgar minha carteira e escrever... Mas tudo bem, quem não é advogado hoje, não é mesmo?! Está ai a primeira vaidade formal que meus pais têm sobre mim que não faço questão.
Tenho um irmão mais velho (programador) que, com muito trabalho e talento, conquistou seu lugar ao sol nesse caótico mundo e foi morar em outro país, longe do julgamento dos velhos.
Para o caçula, restou apenas buscar se adequar a sociedade de uma cidade do interior paulista (~180k habitantes, ~450km da capital) e tentar ganhar algum dinheiro, porém, como fazemos isso quando não há oportunidades e se é um desarticulado?
Aos melhores empregos, não possuo a experiência. Para os demais, sou mais qualificado do que deveria. Sou um monstro em pele de homem, vagando por uma cidade que não parece ter o interesse de recepcionar o diferente.
Veja bem, estimado leitor. Sei o que sou e, acredito que aqui, seja o momento ideal para dizer o bestial ser que lhes redige este biográfico texto. Minha sinceridade é inata, não posso me mostrar por menos, não me sentiria bem comigo mesmo se não soubessem quem realmente é aquele que lhes pede algo.
Há alguns anos - graças a uma maravilhosa ex-namorada psicóloga - contrariado pelos meus pais que sempre viram saúde mental como tabu, decidi buscar ajuda profissional para tratar o vazio existencial que existe/ia dentro de meu peito. Após 6~8 anos de terapia e pelo menos outros 6 de clínica psiquiátrica, me deparei com o diagnóstico de um distúrbio de personalidade, "Transtorno de bipolaridade tipo 2", dizem os médicos. Como gosto de informalidades, prefiro chamar apenas de "meus demônios".
"Meus demônios" por muito tempo foram seres antagônicos dentro de mim, me aterrorizavam madrugadas a dentro, cochichando terríveis segredos em meus ouvidos. "Nunca serás o suficiente", "aqueles que dizem te amar riem de ti", "se tens medo de monstros olhe bem para dentro de si: tu és o monstro de quem teme". Nada legal, não?!
Medicação e terapia me tornaram inteiros, ao menos o suficiente para que tomasse as forças necessárias para meu "salto de fé", me fazendo no começo do ano finalmente deixar o ninho e buscar continuar somente com a força de minhas próprias pernas. A felicidade e a esperança, como bem sabem do ano de 2020, talvez tenham sido mal colocadas.
Surpreendentemente, mesmo com as coisas nesse plano de existência estarem indo em vertiginoso declínio, me encontro de certa forma bem e feliz comigo mesmo. "Meus demônios" agora são seres integrados em minha convivência e, com a força do estudo da filosofia (valeu Platão, estoicos, Nietzsche e demais) e outros literatos, descobri que não deveria mais temer minha patologia. Aprendi que ela sou eu e eu sou ela, essa "bipolaridade" que me faz navegar tão rapidamente entre humores é tão somente parte de quem sou. Se antes terapia e remédios eram minha cura, hoje digo com propriedade que aprendi ser minha própria mirtazapina. Se antes chorar de manhã e sorrir de tarde eram um problema, hoje aprecio o fato de lacrimejar enquanto escuto Avril Lavigne (que mulher!), mais tarde me abraçar ao som de Dream Theater e me odiar durante as madrugadas com Witchcraft ou Void King. Música, filmes e livros: ai está minha eterna companhia.
Pois bem, caríssimos estranhos. Sou o que sou e não lhes nego! Talvez esse seja o maior trunfo do anonimato: a possibilidade de ser quem quiser ser sem o prejuízo de julgamentos. Espero que minha sinceridade não lhes seja ofensiva ao decoro, para os que até aqui chegarem agradeço de coração sua insistência.
Ok, ok, divago! Vamos voltar ao ponto central e motivo desse texto: Não tenho amigos e não tenho emprego. O primeiro se deve ao fato de que sou quem sou: aprendi a duras verdades que em uma cidade deste tamanho existem mais pessoas dispostas a lhe julgar do que entender. Geralmente fogem quando confesso ser bipolar ou quando descobrem que não tenho medo de estar em contato com meus sentimentos. Que coisa não?! Em pensar que o que todos buscavam era verdadeira conexão e honestidade nas relações. Mas tudo bem, quem lhes redige sabe que sua intensidade pode ser exigente demais da disponibilidade dos outros, procuro não julgar os que me negam.
Já para falta de emprego talvez seja uma consequência lógica do primeiro: Em entrevistas de emprego costumo ser brutalmente honesto com meu empregador (afinal não é o que pedem?), ainda há pouco me perguntaram qual o meu salário ideal, quando respondi minha quantia, balançaram a cabeça em sinal negativo e disseram que era incompatível. Quem sabe não tenha sido o mais inteligente de minha parte dizer que "talvez o senhor não devesse fazer perguntas que não lhe agradam a resposta, achei que me perguntavas o que eu queria, não que buscasse adivinhações". Sim, sou este tipo de ser. Novamente perdão se lhes ofendo, reafirmo não ser minha intenção. Convido-lhes para uma reflexão, amado desconhecido: poderia eu, sendo quem sou, responder diferentemente?
Pois bem, venho fazendo o que todo jovem advogado têm feito: ofereço serviços jurídicos a preços módicos (que costumeiramente adapto aos meus clientes como forma de lhes ajudar). Sou criminalista mas somente atendo um seleto tipo de criminosos: àqueles a quem se não oferecido um serviço jurídico, muito provavelmente seriam engolidos pela máquina punitiva do Estado e integrados ainda mais a criminalidade. Não advogo para partidos criminosos e muito menos para criminosos de carreira, minha intenção é ajudar e não livrar-lhes de culpa. Talvez percebam aqui os motivos de porque não me restar dinheiro...
A fim de dedicar ainda mais honestidade à este texto, digo-lhes que tenho sim uma amiga. Uma sócia-comparsa, somos advogados e trabalhamos juntos coletando moedas enquanto tentamos ajudar, um pássaro de asa quebrada por vez.
Novamente divago, perdão. Ao ponto então: bem, como já devem tê-lo percebido, meu negócio é a escrita. Amo escrever, estudo latim por hobby, leio dostoievisk por esporte. Escrevo poemas, poesias, cartas, o que quiser. Dedico aos meus amigos e conhecidos aquilo que posso oferecer: no meu caso é o que coletei em meus 30 anos de existência. Você tem um problema amoroso? Ótimo! Sou teu brother e lhe farei uma carta ou um poema para que sares o coração, ó jovem apaixonado! Lhe incomoda a ansiedade saber que em breve terá que defender seu TCC? Maneiro, meu parceiro! Dedicarei à ti minha próxima carta sobre como deve se lembrar que em outra época, também já se apavoraste com o vestibular mas, ainda assim sobreviveste. Aproveito para lhes endereçar esta pergunta: Como se sentiriam se alguém lhes dedicasse uma carta sobre um problema que você confessou ter? Enfim, acho que pegaram o fio da meada.
Atendendo ao meu cósmico chamado, neste mês de setembro (setembro amarelo, lembro), silenciei meus demônios e passei a publicar alguns de meus textos, cartas e poemas em meu facebook particular. Alguns receberam mais likes que outros, alguns nenhum. Devo dizer que me dói saber que minha escrita às vezes não é apreciada.
Ao verem uma suculenta oportunidade, meus "dêmos" foram atiçados e voltaram a sussurrar. A minha vantagem é que neste momento, estando um bocado mais forte que antes, pensei que talvez não devesse eu ceder a régua que me mede à mão de pessoas que porventura não são verdadeiramente amigas. Improvável mas possível...
Sem dinheiro, sem perspectiva e sem companheiros, resto sozinho vivendo em um apartamento quase de favor com um conhecido. Gostaria de me mudar para São Paulo e conhecer todas aquelas pessoas estimulantes que pertencem àquele maravilhoso lugar, porém, como, se não disponho de condições nem para minha terapia e psiquiatra? Às vezes sinto que minto para as duas quando digo que estou bem, em ordem de fazer diminuir o número de sessões e medicamentos que preciso despender. Mando meu amor para as duas: não fosse por elas e os descontos absurdos que me proporcionam (na terapia, pago menos da metade; na psiquiatra, 1/3), talvez eu não estivesse me sentindo tão radiante. Não é lindo quando profissionais se despem de sua autoridade e tocam outro humano apenas como um humano?
Pois bem, venho até este maravilhoso sitio eletrônico e lhes peço: sejam meus juízes! Convido-lhes ao meu julgamento e de meu trabalho. Serei eu um bom escritor? Existe um ofício por trás destra escrita? Poderia eu tudo abandonar e - quem sabe finalmente - me encontrar alinhado e instrumentalizado pelo senhor universo através da bela e indescritível energia cósmica enquanto escrevo? Acredito que o tempo e os senhores podem me dizer...
Encaminho o link de meu tumblr (tumblr pra escritor br, ok, isso é ainda de se analisar), nele encontrarão algumas de minhas escritas publicadas nesse mês de setembro. Caso a paciência e a boa vontade acompanhem os senhores e senhoras, peço gentilmente que leiam, avaliem e sentenciem neste post o que considerarem pertinente. Caso estejam cansados de minha presença e queiram buscar apenas o poema mais lido, acredito que tenha sido este.
Para aqueles que realmente creem no valor de meu trabalho, também anexo um link para doação em paypal, onde aceito qualquer valor que puderem me ceder. Por ora, fica desabilitado a possibilidade de subscreverem em assinatura as doações, antes avaliarei se há futuro para mim nesse negócio de escrita.
E para você, que precisa de alguém que lhe escreva uma carta, um poema, uma poesia, ou que tenha, sabia ou queira um empregado escritoredatofaz tudo, sabia que recebo pedidos por email ( DillonHagarF ARROBA gmail PONTO com ) ou até mesmo através desse post ou direct.
Há aqueles que me chamarão de tolo por acreditar na bondade de estranhos na internet, devo lhes dizer que não me importo. Somente atendo minha própria natureza assim como acredito que cada um deve atender a própria. Estejam todos abençoados e em paz: aos que me ajudarem, mais, aos que me ignorarem, em igual proporção.
Por fim, agradeço todos que chegaram até aqui. Vocês são seres maravilhosos e o dom de sua curiosidade proporcionou a um desconhecido na internet um momento de felicidade. Um profundo e sincero obrigado! Sintam-se amados até mesmo por quem lhes desconhece!
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2020.09.29 14:38 spacetripss eu amo quando tem um post aqui no Reddit que fala sobre o Brasil.

eu amo quando tem um post aqui no Reddit que fala sobre o Brasil. submitted by spacetripss to brasil [link] [comments]


2020.09.25 20:24 FTW_gb09 Minha mãe provavelmente vai morrer nas próximas 12 horas

Olá brasileiros, vou tentar por em palavras oq sinto pois está doendo mt. Essas últimas duas semanas foram mt complicadas pq minha mãe foi internada na semana retrasada e entubada na semana passada. Mas vou começar só começo. Minha mãe teve câncer de mama a uns 2 anos atrás, tratou, ficou bem, mas teve dificuldades de encontrar um remédio q se adaptasse. Dps de um certo tempo encontrou um mt bom q usou até recentemente os marcadores de câncer falarem q não estava fazendo mais efeito. Então com isso ela precisou trocar de remédio por um novo a fudeu com o organismo dela, com isso ela teve a parar de tomar este novo remédio parar desintoxicar o organismo e fazer vários exames, porém isto levou alguns meses e nesse meio tempo ela acabou ficando sem medicamento. Da metade da quarentena pra cá ela piorou bastante, mas permanecia em casa. Até q um dia ao ir no medico ele resolveu enterna-la, passou quase uma semana internada e resolveram entuba-la, pois estava com dificuldades de respirar, mas para isso tiveram q fazer uma transfusão pois as plaquetas dela estavam mt baixas oq poderia levar a uma hemorragia. Durante esse tempo descobriram q o cancer dela pegou na medula oq explica o sistema imunológico mt baixo, mas não conseguiram explicar a deficiência respiratória, suspeitaram de cancer, bactéria, vírus, corona, entretanto não confirmaram, trataram ela para tudo ao msm tempo e de segunda pra terça ela apresentou uma pequena melhora oq nos deu esperança. Porém de ontem pra hj pelo visto ela contraiu uma bactéria hospitalar oq acabou de bagunçar td oq já estava fodido. Os médicos deram um prazo de 12 hrs para ela para saber oq vai acontecer, eles acham q ela não vai resistir, pois tds os sinais estão mt ruins: pressão baixa, dificuldade de respirar, batimentos cardíacos descontrolados e etc... Ou seja essas próximas 12 horas serão críticas com ela caminhando entre a vida e a morte. Apenas meu pai estava no hospital com ela, mas ao saber dessa notícia eu e minha irmã corremos para cá, para apoia-lo emocionalmente e passar esse momento difícil com ela. O mais complicado é q ela era a única renda da familia e com isso ficaremos em uma posição mt complicada, meu pai perdeu o emprego no começo da quarentena e eu e minha irmã estamos buscando estágio. Quanto as despesas do hospital e td mais não me preocupo mt, pois o chefe dela é uma pessoa sensacional q sempre arcou com td e ainda está arcando. Quanto ao hospital e tds q cuidaram dela não tenho oq reclamar, pois fizeram td oq podiam e não podiam por ela, trataram ela como uma rainha. Gostaria de poder abraçar a tds, mas em época de pandemia não posso. Oq mais me dói é ver meu pai sofrer, pois em 20 anos nunca vi ele chorar oq realmente me destruiu. Acho q nunca engoli tão seco na minha vida e caminhei em um gelo tão fino. Tds amigos e familiares estão dando td o apoio possível e impossível oq me conforta bastante.
É somente isso q tinha pra falar meus amigos, mt obrigado pelo tempo de vcs e qualquer forma de apoio e torcida eu agradeço.
EDIT: Se possível mandem msgs positivas para mostrar ao meu pai e td o Brasil torce por ela.
EDIT1: É time perdemos uma guerreira. Ela se foi, mas foi lutando e deixando vários momentos felizes.
EDIT2: Quando a poeira abaixar irei mostrar ao meu pai e minha irmã tds as mensagens maravilhosas a vcs mandaram, obrigado por td o apoio. Posso não conhecer vcs, mas já os amo. <3
EDIT3: Quando mostrar a ele vou tentar pedir pra q escreva uma msg e se ele permitir postar uma foto nossa, mas somente caso ele se sinta disposto.
EDIT4: Mostrei para eles, mas não acabaram de ler ainda, pois estão mt cansados. Amanhã disseram q vão ler o resto
EDIT5: A conta u/SnooDoughnuts2517 é minha irmã q era responder alguns comentários amanhã <3
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2020.09.20 00:42 dividendman99 Turistas podem entrar Brasil agora?

Eu quero ir lá pro Brasil. Posso ? Ou não? Sou Américano. Tem um lei que eu não posso ir? Brasil e um grande parte minha.. amo. Vlw
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2020.09.18 20:27 le_demarco Eu não gosto de onde eu moro : esse não é um bom...

Eu amo minha casa, amo a comunidade onde moro e tals, sou muito grato pra ter algo. Mas puta que pariu eu odeio minha cidade, nn vou falar qual eh mas tipo aqui é uma das cidades mais racistas do Brasil e ainda por cima é capital de um estado. Você vê aqui atos racistas diariamente seja no jornal ou na rua, tem uma grande maioria de incompetentes que estragam essa cidade que tinha potencial, literalmente o lugar onde eu estudava tinham estudantes que pichavam bandeiras nazistas na parede e isso era banal. Não só o racismo mas a brutalidade criminal, não é como no Rio de Janeiro aqui, é claro mas aqui o crime seja feminicido ou latrocínio tem uma das maiores taxas de todo Brasil. A cidade é toda fudida não tendo nenhuma gestão boa desde 2012, literalmente o fundo do poço. É péssimo não gostar de onde vc mora...
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2020.09.13 22:39 TravsTravinho Por que as pessoas têm medo de assumir um namoro? Por que é tão difícil mergulhar no amor e aproveitar os bons momentos?

Eu (20H) conheci esse menino (19H) no Tinder faz alguns meses, acho que há uns 4 ou 5 pra ser mais exato. Ele é bem bonitinho e é o meu tipo rs, mora em uma cidade que fica meia-hora de estrada da minha. Eu me divido entre morar aqui e em outra cidade (300km de distância) onde faço faculdade, e ele faz faculdade do outro lado do Brasil. Ambos estamos de volta nas nossas cidades natais por conta da quarentena em 2020 e das aulas estarem rolando online.
Nós conversamos alguns dias sem parar por mensagem, eventualmente esquecemos um pouco, mas depois voltamos a conversar por ter dado um segundo match no Tinder, daí fui bem direto, já que nunca consigo um date nesse raio de aplicativo e resolvi chamá-lo pra sair (isso em Julho). Saímos, ele veio pra cá, e como eu tenho carro a gente começou a dar bastante rolê por aqui, e depois eu sempre levo ele de volta na cidade dele, ficamos sempre batendo papo até de madrugada no carro. Contudo, ele não pode ficar aqui em casa e nem eu posso ficar na casa dele, porque ambos estamos ficando na casa dos pais.
A maneira que achamos de ter um momento foi a de irmos para a cidade onde faço faculdade, lá eu tenho minha casa e podemos passar um tempinho mais íntimos. Acho que no nosso quarto date fomos passar uns 4 dias lá. De qualquer forma é meio caro, e pegar um avião pra cidade dele não é uma opção também, pelo menos não agora com o preço das passagens. Normalmente fazemos sexo no carro perto da casa dele, e sim, eu sei, é triste a vida do gay que não pode ter intimidade com alguém.
De qualquer forma toda semana a gente se encontra, ele não tem tanta grana e acaba que eu pago muitas coisas pra ele. Durante o mês de Agosto, entre a viagem pra minha cidade, idas e voltas da cidade dele, restaurantes e gasolina eu acabei gastando 2.100 reais!!! Eu não sou rico nem nada, eu só ganho uma boa bolsa de 1.500 reais pela faculdade, que não tenho usado pra nada esse ano (to na casa dos meus pais desde Março) e tenho um tantão desses meses todos guardado na poupança para viajar ano que vem.
Estamos muito bem até então, passamos noites e noites conversando no Discord, vendo Netflix juntos. Ele já sabe muito sobre a minha vida, sobre meus relacionamentos passados, meus amigos, minha família e eu sei sobre o dele, incluindo o péssimo passado que ele teve com um ex-namorado abusivo. Ele me diz que sempre foi um inocente apaixonado, e se jogou muito facilmente nesse relacionamento com o ex, o que gerou muitos traumas, crises de pânico, rolou traição e mais um monte de coisas bem pesadas que não quero falar aqui.
Eu sou um cara bem de boa, ele diz que eu sou um príncipe, que nunca conheceu alguém que o tratasse tão bem, que fosse tão inteligente, atencioso. Acho que parte disso é que nos meus relacionamentos passados eu aprendi a me importar muito com quem eu amo, e realmente, eu sempre faço muitos elogios pra ele, tento fazer ele se sentir seguro, e por mais que ele tenha dificuldades de acreditar que alguém realmente gosta dele, sempre gosto de afirmar como ele é importante, autossuficiente, e merece tudo de bom no mundo, que ninguém mais pode fazer com ele o que o ex fez. Eu sou o tipo de namorado que mostra o quanto gosta e se importa desde coisas pequenas, como abrir a porta do carro , até imaginar que eu me jogaria na frente de um tiro por quem eu amo, e eu o amo. Amo muito, nunca conheci alguém assim, e eu sei quando é paixão e quando é amor, sou novo, mas eu sempre fui meio precoce rs e precisei amadurecer muito cedo na vida.
Ele disse que me ama primeiro, não sei, eu aprendi a não admitir isso tão cedo, ver onde estou pisando e ver se realmente há reciprocidade. Posso tecer mil elogios mas só digo que amo quando tenho certeza. Tudo parece muito perfeito (exceto pelo dinheiro rs), mas ele não quer namorar, ele tem medo, muito medo. Medo de se entregar e fazerem de novo com ele o que ele sofreu, medo de que algum príncipe como eu resolva mudar meu jeito repentinamente e vire um monstro, usando da dependência emocional dele como arma, chantageando, traindo, etc. Medo de voltar para a cidade da faculdade dele e estar preso em um relacionamento com alguém há quase três mil quilômetros de distância, por mais que eu não veja problema em voar até lá para vê-lo. Medo da palavra “namorado”.
Sério, a gente já faz tudo que um casal de namorados faria, talvez seja meio cedo, mas ele diz que não quer ficar com outras pessoas além de mim, e eu digo o mesmo, ele diz que me ama e que não vê o dia dele sem falar comigo, que não consegue ficar longe de mim por muito tempo e já morre de saudade quando a gente se despede, ficamos conversando no carro, ouvindo música, mostrando qualquer coisa no celular um pro outro até a bateria acabar e perdermos noção do tempo. Já cheguei em casa 5h da manhã uma vez sem saber que horas eram ou por quanto tempo ficamos juntos. Ontem assistimos um filme em call pelo Discord e eu assisti ele dormir por umas duas horas enquanto eu estudava para uma prova que fiz hoje cedo, e quando ele acordou no meio da noite disse que não queria desligar, que queria dormir sentindo como se estivesse comigo, abraçando o travesseiro. Mesmo assim, ele não quer me chamar de namorado.
Mas, se o sentimento que eu sinto por ele é tão bom e puro, se nosso amor é tão saudável e cresce cada dia mais, por que precisamos nos segurar e não nos jogar no amor? Como pode uma pessoa traumatizar outra a ponto de alguém ter tanto medo de uma palavra?
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2020.09.09 22:17 Gagonfe Lancei meu jogo na Steam!!!

Depois de muito esforço trabalhando eu e um artista, lançamos o nosso jogo na Steam! Foi uma grande recompensa e tem sido muito gratificando pra gente trabalharmos juntos e melhorarmos juntos.

É muito chato que grande parte da população tem essa síndrome de vira-lata, de que nada que vem do Brasil é bom, mas eu to aqui me esforçando na indústria brasileira de jogos pra melhorar nosso nome e pra trabalhar na carreira que mais amo.

Quem puder me dar um apoiozinho e botar na lista de desejos, sério isso ajuda demais.
Provavelmente o dia mais feliz da minha vida. Obrigado por ler <3
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2020.09.09 20:02 gimme_c0ffee Ao pessoal que toca guitarra aqui do sub. Me deem um norte, dicas, sugestões, opiniões, etc.

Desde adolescente eu tenho vontade de tocar guitarra. Meus pais nunca tiveram contato com algum instrumento, então é algo que nunca foi incentivado em mim por parte deles. Eles gostam de música, mas como ouvintes. (Edit: Minha mãe me mostrou música clássica / erudita na infância, eu diria que isso me fez gostar muito de Rhapsody of Fire e também dos últimos álbums do Blind Guardian). Não estou apontando dedo nem nada. Acredito que pais sempre tentam prover o melhor para os filhos, dentro do alcance financeiro e discernimento deles. Por muito tempo adiei a coisa. Tive uns problemas de depressão, vontade de isolamento... vocês entenderam. Vou começar já adulto, paciência.
Eu sempre gostei de metal, foi o gênero que me deu vontade de tocar guitarra. Meu subgênero favorito sempre foi power metal, apesar de que eu escuto também um pouco de progressivo e trash. Algumas, mas não todas, bandas que eu tenho vontade de tocar algo, algum dia (mesmo que meia boca): Angra, Blind Guardian, Rhapsody(of Fire), HammerFall, Stratovarius, Iced Earth, Dream Theater, Symphony X... são tantas.
Eu queria uma Super Strato com, ao menos, um captador humbucker por causa da distorção. Sempre achei mais bonito shape de Strato. Além dos captadores, super Stratos costumam serem mais "pontiagudas". Acho que combina muito com o contexto das músicas que elas são mais voltadas para tocar xD. Acredito que não adianta comprar um instrumento que não é o adequado para tocar, ou tentar tocar, o que você tem vontade. Além do visual, shape de Strato também porque vi várias pessoas reclamando que Les Paul é pesada e que SG sofre de neck dive (eventualmente eu também irei tocar de pé).
Agora vem um problema. $$$!!! Mesmo guitarras de entrada são caras. Eu decidi fazer essas perguntas aqui porque o pessoal do exterior não sofre os preços abusivos do Brasil (Tipo um carro de entrada por R$60.000,00). A maioria das que encontrei são Stratos tradicionais, com 3 captadores single. Algumas marcas com preço "acessível" que encontrei: Tagima Memphis, PHX, Condor, Waldman, Shelter. Alguém já teve ou tocou uma dessas? Como é a tocabilidade? Tem como um luthier deixar uma dessas aceitável? Se for pra comprar algo que causa raiva ao tocar, melhor nem pegar. Meu sonho seria uma Ibanez ou ESP vermelha, tipo as que o André Olbrich do Blind Guardian usa / usava (meu guitarrista favorito. Amo os solos de guitarra dele. Às vezes me pego do nada "cantando" os solos).
Tudo é gasto! Teria a guita, aí levar num luthier pra regular, comprar um amplificador e ainda teria a parte do ensino. Eu não sou o Malmsteen que aprendeu a tocar sozinho. Eu tenho um certo receio de fazer aula presencial e pegar um professor ruim. Eu não tenho conhecimento nem experiência pra saber se um professor é bom ou não. Eu tava pensando naqueles cursos de guitarristas no Youtube, Marcos De Ros, Ozielzinho, Gustavo Guerra... alguém já fez algum desses? Vale a pena?
Muito obrigado aos que souberem responder e responderem :)
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2020.09.09 00:48 FreitasDC AVCFN SR SP - OS INCRIVEIS - EU TE AMO MEU BRASIL

AVCFN SR SP - OS INCRIVEIS - EU TE AMO MEU BRASIL submitted by FreitasDC to u/FreitasDC [link] [comments]


2020.09.02 18:43 sweet_gih Minha experiência nos EUA

Eu fiz intercâmbio em 2018 em Los Angeles. Já vou começar dizendo q..a comida eu não gostei muito não. Podem ter certeza q a comida brasileira é muito melhor. As panquecas eu não gostei muito do gosto,mas eu acho q era é mulher q não sabia fazer. Açaí que é uma coisa q eu amo,é difícil achar...então a parte da comida eu não curto muito,o feijão é horrível mano. Os americanos são chatos demais velho,meu namorado fica bravo quando falo isso pq ele é americano kkkk,enfim,pelo menos no colégio q eu estava,as meninas eram chatas demais,elas pareciam ter inveja de quem era de outro país entendem? Os meninos eram legais até,eles gostam de quem fazia intercâmbio,eles perguntavam se podiam te ajudar e etc. Eu tinha tido um encontro com um garoto lá mas não acabou rolando nd,eles não beijam em encontro,apenas conversam..no final ficamos apenas na amizade. Eu tinha me apaixonado por um menino do mercado gente kkkkk,eu ia sempre naquele mercado só pra olhar pra ele,até q um dia eu perguntei pra ele "moço,onde tem papel higiênico?" Ele me levou até lá e teve um hora q falei baixinho em português "meu Deus,que homem lindo" ele deu risada e disse em português "agradeço pelo elogio moça" eu fiquei paralisada kkk. Toda escola vai ter um grupo de brasileiros gente,TODA. O brasileiro só não domina o mundo por preguiça msm kk. O aprendizado das escolas lá são bem melhores do q do Brasil..SEM DÚVIDAS. Eu fui na calçada da fama,é top demais. Pretendo morar lá mais pra frente
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2020.09.01 22:14 coconoxixi Eu amo o Brasil kkkkk (vinte e cinco caracteres)

Eu amo o Brasil kkkkk (vinte e cinco caracteres) submitted by coconoxixi to brasil [link] [comments]


2020.08.30 02:32 querocafune parece fanfic mas eu juro que aconteceu

vou contar o filme que minha vida virou...
Pro contexto: eu acabei de voltar de um intercâmbio de 8meses em Wellington, na Nova Zelândia
Então, conheci esse menino na minha escola, numa aula feita pra que pessoas do mesmo ano escolar se relacionem, era uma aula de meia hora que acontecia duas vezes por semana, então não tínhamos muito contato, mas sempre sentava com ele e os amigos dele nesse tempo. Como eu era estudante internacional, não tinha muitas amizades além dos brasileiros que estavam na mesma situação que eu, então eu achava um máximo ter esse grupinho pra conversar. Enfim, entramos em lockdown em março, e as aulas online começaram, e essa aula parou de acontecer. Eu tentava fazer amizade com pessoas de outras aulas por mensagem, mas ninguém continuava a conversa... até que depois de algumas semanas eu e esse menino, começamos a conversar pelo instagram, conversávamos a cada 2 dias, mais ou menos, sobre coisas bem aleatórias, mas era alguém com quem conversar. E eu sempre fui muito devagar pra relacionamentos românticos né, mas resolvi investir nele e ver no que dava. Eu tentava flertar, mas além da falta de experiência tinha o fator idioma, flertar em inglês é uma coisa assim... complicada kkkk
Passamos 2 meses de quarentena e as coisas começaram a reabrir, obrigado Nova Zelândia!! E acabei chamando ele pra sairmos quando pudéssemos. Fomos tomar um café, e como sou do Brasil tive que honrar o estereótipo e chegar 1hora depois do combinado, me culpei muito por isso, mas no final das contas passamos um tempo bem legal juntos, mas não rolou nada. Mais ou menos uma semana depois sugeri que saíssemos de novo, e acabamos indo pro “cable car”, basicamente um carrinho que sobe um morro, mas que é um dos lugares turísticos da cidade, junto com o jardim botânico que fica no topo desse morro. Eu, na inocência, me arrumei pra encontrar ele, quando chego lá ele tinha levado uma garrafinha de água, preparado pra dar uma caminhada kkkk andamos igual notícia ruim, e eu sempre fingindo costume e não mostrando que eu estava a beira do desmaio... Obviamente, não conseguimos conversar muito, mas cada experiência é uma experiência. No final, quando já não tinha mais subidas ou descidas de morro tentei jogar um charme, um elogio, mas ele não captou minhas mensagens, um tempo depois ele disse que tinha dever de casa e foi embora na vespa dele kkkkk
Continuei persistente, porque apesar de tudo eu gostava das nossas conversas e de passar tempo com ele, e mesmo que não desse certo, seria uma amizade de um outro país, eu não tinha o que perder.
Foi aí que fomos nesse museu, “te papa”, que tem exposições interativas e é super interessante, mas eu já tinha ido lá no mínimo umas 3 vezes, então eu estava com bastante foco no objetivo kkkkk eu nunca encontrava a hora certa pra dar o primeiro passo, e ficou nisso durante o dia inteiro. Até que quando estávamos indo embora, dessa vez ele não estava dirigindo a motinha dele então pegamos o mesmo ônibus pra casa, o ponto dele era antes do meu e quando ele desceu eu não aguentei, e senti que deveria fazer alguma coisa. É aí que a produção entra em cena, eu levantei e pedi pro motorista parar o ônibus, falei que eu tinha que fazer uma coisa rapidinha e eu já voltava, aí eu desci do ônibus e corri atrás dele, ele achou que estava sendo assaltado, mas eu fui e falei pra ele que eu senti que perdi muitas oportunidades de fazer isso durante o dia mas que eu tinha que fazer isso, aí perguntei se eu podia beijar ele, ele disse que sim!!! Voltei pro ônibus e a cara do motorista foi muito boa, ele viu tudo pelo retrovisor kkkkk DETALHE, tava chovendo.
Depois conversamos por mensagem, e eu falei que não sei de onde eu tinha arranjado coragem pra fazer aquilo, mas que eu estava muito fez de ter feito.
Na segunda-feira, combinamos de encontrar depois da aula, acabamos indo pra casa dele e conheci a mãe dele kkkk fiquei meio sem reação, não sabia o que fazer, foi super bizarro, mas de novo, cada experiência é uma experiência né? A mãe dele saiu e ele tentou me beijar, mas eu travei tanto que não consegui, ele coitado ficou super confuso, e eu comecei a tagarelar sobre timidez, insegurança, umas coisas nada a ver, tentando me justificar... Ele só ficou mais confuso, resolvemos então dar uma volta e fomos comprar pão, fomos num parquinho e comemos lá... Conversarmos e tava tudo muito bom, mesmo eu tendo tornado tudo muito constrangedor. Cada um foi pra casa e ficou aquele clima estranho, mesmo ambos querendo a mesma coisa.
Mais tarde mandei mensagem pra ele falando sobre minha mania de auto-sabotagem, e que tudo tava sendo tão bom que alguma coisa em mim me dizia que tava errado, então eu estraguei tudo. Ele não entendeu direito, então só falei pra que a gente ignorasse tudo o que eu falei e continuar do jeito que tava antes kkkkk
Dia vai, dia vem e esse amigo dele deu uma festa, um dia antes de uma viagem que eu iria fazer, mas eu fui mesmo assim. Fui com uma galera da minha outra aula, e já tava me sentindo mais confortável, até que eu chego na festa... Uma coisa bem maluca kkkk tinha uma fogueira com sofás em volta, uma garagem com colchões e bebidas, uma caixa de som, e gente usando vape. Até aí tudo bem, encontrei ele e as coisas tavam indo na paz, tirando a parte em que tive que ensinar ele como eu beijava de língua, que foi um pouco constrangedor mas que no final deu tudo certo, a gente se encaixou e ficamos agarradinhos perto da fogueira, porque tava muito frio! Até que um doido resolve tirar o próprio sapato, colocar vodca pura dentro e beber... pois é, como reagir? Ok, algumas horas se passam e esse menino do sapato, surpreendentemente, começa a passar muito mal, então deitam ele em um dos colchões e eu falando pra darem água pra ele... Não sei o que rolou, voltei pra perto da fogueira, não ia dar uma de baba pra alguém que eu nem conheço. Até que um carro entra onde a gente tava, eram os pais do menino do sapato, tiveram que buscar ele porque ele só tava piorando...
Por causa da confusão dos pais, uma das vizinhas chegou lá pra ver o que tava acontecendo, então o menino que eu tava beijando, já um pouco alterado levanta e fala que a gente tem que sair dali pra que não me deportassem kkkk eu fui com ele, entramos num lugar muito escuro e eu comecei a ficar com medo, porque por mais que eu goste dele eu não queria morrer. Fomos parar numa estação de trem e ficamos rondando por lá por um tempo, sem saber o que tava acontecendo na festa, mais tarde a gente voltou pra lá e tinham guardado tudo, os sofás, a música, apagado a fogueira, e estavam falando que tinha baixado polícia lá... Não vi nada. Tava todo mundo indo embora, e achei melhor eu também ir, mas minha carona tinha vazado, fiquei sem saber o que fazer, então tive que ligar pra minha hostmom pra ela vir me buscar, achei que ia levar esporro, mas ela achou até bom eu ter feito isso kkkk
No dia seguinte eu fui pra minha viagem, e foi muito boa, conheci gente nova e fiz coisas que nem acreditava que faria, inclusive pular de avião e de bungee jump! - mas agora, a história é sobre meu romance clichê
Quando eu voltei marcamos de encontrar várias vezes, e tudo tava sendo lindo e cor de rosa... conheci a família dele, até a vó kkk e ele a minha hostfamily. Eu tava nas nuvens.
Porém, com toda essa complicação do covid, minha data de volta tava sempre mudando. Até que confirmaram meu voo pro dia 29 de agosto, ok, me planejei organizei o que eu iria fazer. Só que uma semana antes me ligam avisando que mudaram a data mais uma vez, só que dessa vez pra 4 dias mais cedo! Eu entrei em pânico, por mais que 4 dias parece pouco, mas é muita coisa... Tive que remanejar tudo, remarcar as despedidas e tudo mais. eu tava muito emocional, chorava por tudo.
Até que um dia nessa última semana, eu tinha acabado de jantar e estava brincando com as crianças da minha casa, ele me liga e pede pra que eu fosse lá fora, fiquei super confusa, mas eu fui. DETALHE, tava chovendo também... Eu perguntei o que ele tava fazendo ali e ele disse que tava fazendo uma corrida noturna e que eu não poderia ir embora sem que ele falasse isso, foi aí que ele disse que me ama... Eu fiquei em choque, não tava caindo a ficha de que isso tava acontecendo, eu perguntei se ele queria entrar, tomar uma xícara de chá, sei lá... Ele me disse pra pensar sobre isso e que tinha que ir embora, então ele saiu correndo. Eu voltei pra dentro e não conseguir pegar no sono. depois, mandei mensagem pra ele falando que eu não esperava por isso e perguntei se ele tinha certeza do que ele tinha falado, conversamos bastante mas eu ainda não conseguia engolir, mesmo com ele sendo incrivelmente perfeito em tudo que ele falou pra mim. Na manhã seguinte tive minha sessão de terapia semanal, ouvi umas poucas e boas de como eu negava o amor dos outros, de como eu achava que por eu não me amar ninguém seria capaz de fazer isso... E cada palavra valeu a pena, quando acabou disse pra ele que queria ver ele, e de noite fomos pra cidade, e com toda certeza foi uma das melhores escolhas da minha vida. Jantamos pizza e caminhamos por todo lugar, e quando tava chegando a hora dele ir embora não deu, e comecei a chorar, me abri pra ele e disse que também amava ele, e ficou assim, os dois boiolas chorando num ponto de ônibus, olhando um pra cara do outro. Mas por mais triste que eu tava, me senti muito bem de estar vivendo aquilo. Levantamos e continuamos a andar pela cidade, dando sempre uns intervalos pruns beijinhos...
Então ele teve que ir embora, e quando ele deu partida na motinha dele eu gritei pra todo mundo ouvir que eu amo ele! Comecei a chorar de novo, muito muito mesmo, não só por ele, mas por tudo que eu vivenciei naquele país, vida, morte, conexão, solidão, despedida, saudade, amizade, amor, tudo que faz a vida valer a pena e como muitas vezes já pensei que nada disso valia a pena. Esses 8 meses me ensinaram o que é estar vivo, e sou muito grata por ter aprendido isso!! nessa minha profunda reflexão, meu ônibus chegou, e era um ônibus de dois andares, eu que não vou boba nem nada fui pra frente da parte de cima, chorar ainda mais e fazer esse filme ainda mais clichê...
Até que enfim, chega meu dia de voltar pro Brasil, ele foi no aeroporto se despedir, e eu não passei um segundo sequer sem chorar, desde Wellington até BH, quase 3 dias de viagem e de muitas lágrimas...
A gente tem conversado todos os dias desde que cheguei, e sinto muita falta dele, mas ainda fico com receio de expressar tudo isso e ficar ainda mais triste com a situação, não sei como começar a conversa sobre o que vai acontecer entre a gente, se estamos em um relacionamento a distância ou continuarmos nos amando só que em forma de amizade, se ele toparia um relacionamento aberto, ou sobre o que ele planeja pra nós... Tenho medo de conversar com ele sobre tudo isso e estragar o que a gente tá tendo agora, porque por mais que exista a distância ainda sei que ele está lá pra mim do mesmo jeito que estou aqui pra ele...
E é isso, só queria abrir minha história a debate mesmo. Valeu aí...
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2020.08.29 17:12 DysmorphicDogo Odeio quando as pessoas idealizam a figura materna e demonizam tanto a figura paterna

Não são só mães que podem ser presentes e amáveis pros filhos. Pais também podem ser assim.
Mães podem abandonar, podem agredir o parceiro, podem ser irresponsáveis, podem ser mais machistas do que os pais, podem nunca dar um conselho útil, podem ser venenosas e tóxicas, podem agredir os filhos também.
Essa é minha mãe. A de muitas outras pessoas também é assim.
"Ai, porque macho não serve pra ser pai, a mãe sempre faz tudo, né". Não. Não é sempre assim.
Eu não sei o quão abrangente é essa generalização, nunca vi estatística sobre isso nos EUA ou no Brasil. Então não sei também. Pode ser que isso seja um tópico sensível pra mim, já que eu amo demais o meu pai e eu odeio demais a minha mãe.
Se eu pudesse eu dava uma vida de ouro pro meu pai e câncer nos ossos pra minha mãe.
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2020.08.23 01:49 nature427a Voltar para o Brasil

Então galera. Eu e minha esposa moramos nos Estados Unidos a dez anos. E de uns anos pra cá minha esposa tem falado muito na gente voltar pro Brasil. Assim, eu amo a cultura brasileira e pessoalmente curto mais que a cultura americana. Tambem a maioria da família está lá. Só minha mãe mora aqui porque ela é Americana e tem a segunda família dela aqui. Eu vim pra cá pra cursar faculdade e depois encontrei um emprego aqui e fiquei. Eu tenho muito medo de voltar pro Brasil por causa da incerteza, dificuldades de morar no Brasil. Eu nunca trabalhei no mercado de trabalho brasileiro mas também tenho receio de que não existiriam tantas oportunidades pra mim. Enfim, porque eu amo muito minha esposa e ela quer muito voltar eu topei a gente voltar. Agora com o covid estamos esperando a situação melhorar pra nos mudarmos mas eu tenho muito medo de me arrepender da mudança. Enfim desabafo.
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2020.08.18 19:50 ZwanzigCity Megafeliz, ansiedade e o que é ser normal?

Olá, como vocês estão? Espero que estejam bem no meio desse caos que nos encontramos agora!
Eu vou falar sobre um punhado de coisas. Talvez sejam desconexas, não sei, ainda não pensei sobre isso. Isso é mais um desabafo mesmo, então não espero que isso faça muita diferença. Bom, vamos lá.
Faz uns 30 minutos que briguei com a minha mãe. Não costumamos brigar, ela é a pessoa que sou mais próximo aqui em casa, e mesmo quase completando duas décadas de vida (faço 20 em Outubro), sempre vou dar um beijo de boa noite nela e falar um simples "eu te amo". Não sei quando comecei esse hábito, só estou o lançando aqui pois eu achei apropriado.
Foi uma briga boba. Ela perguntou se eu tinha pedido o requerimento pra cursar uma optativa na faculdade, eu disse que não queria mais porque não compensava a questão dos créditos e da carga horária. Ai ela ficou um pouco frustrada, e perguntou o porquê; respondi dizendo que não havia achado a matéria tão interessante assim e que não queria me sobrecarregar mais (porque já estou fazendo três optativas e dois idiomas). Ela disse que eu estava perdendo o meu tempo e me enganando.
Ai eu fiquei um pouco bravo. O primeiro semestre foi um saco, em função dessa pandemia horrorosa que nossa maravilhosa República Federativa se encontra enfrentando. O EAD foi horroroso, fiquei bem ansioso com diversas coisas ao passo de me sentir extremamente exausto com coisas banais.
Poucas foram as coisas que vem me ajudando a ficar mais leve nessa situação. Voltei a ler (até fiquei surpreso que ainda conseguia ler um texto que não fosse acadêmico!!), voltei a jogar com alguns amigos antigos, passei a dar um tempo em um relacionamento que venho vivendo (finalmente), e em geral, fiquei um pouco mais de boas.
Bom, voltando ao ponto. Fiquei bravo, por justamente ter tomado a decisão de não pegar a optativa pra ficar mais tranquilo nesse semestre, pois afinal, estamos passando por uma pandemia global. E minha mãe continuou falando que estava perdendo meu tempo, que eu devia ter começado outro idioma, que a optativa que eu deixei de pegar seria legal e útil.
Então, reclamei. Não sou de abrir meus sentimentos com a minha família, então geralmente reclamo quando não gosto de algo, até por isso tenho fama de reclamão (e eu admito que sou um tanto). Mas reclamei, quase explodi. Meio que falei tudo que tava dentro de mim. Falei que era um saco isso de ela sempre saber o que é melhor para mim, que eu achava que as vezes ela me controlava no sentido do que eu faço (não é 100% verdade, mas planejo retomar isso um pouco mais a frente), de que todas as minhas ideias eram rejeitadas por ela (idem), etc.
E saca, eu até sinto isso um pouco mesmo. Ela me apoiou quando fui aceito na minha primeira faculdade - uma das mais concorridas da USP - embora nunca fosse 100% favorável quanto à escolha da carreira. Mesmo assim, acabei cursando ano passado, e provavelmente foi o pior ano da minha vida, realmente uma droga e em geral, um ano passado num instituto completamente tóxico. Ai eu prestei o ENEM no fodac, e acabei passando em outro curso também competitivo na USP, meio que por sorte na lista de espera, mas deu certo.
Nunca fiquei verdadeiramente megafeliz com isso. Na época, estava em intercâmbio que foi um momento verdaeiramente megafelix, passeando quando vi a notícia que tinha passado, e claro, fiquei contente. Mas não megafeliz.
Não sei nem porque estou fazendo esse curso. Prestei sem pensar porque a carreira é tradicional e segura, e sendo honesto, até estou gostando. Mas assim, não sei o que quero da minha vida. Não sei, e algumas hipóteses claramente são inválidas, outras são apenas sonhos bobos, mas o fato é que não sei o que estou fazendo da minha vida.
E nunca soube. E daí que vem a "ansiedade" no título desse post. Realmente nunca soube, porque nunca verdadeiramente decidi. E nunca fui verdadeiramente motivado por nada. Sempre vivi a vida porque tinha que entrar na faculdade, quiçá essa seja motivação. E mesmo isso já era um dado, tenho uma vida bem privilegiada e sempre soube que estudaria na USP, mas novamente, não é algo que me faça megafeliz. Passei duas vezes, era pra ser tudo bom e mil e uma maravilhas mas cá estou, me sentindo um tanto "numb", quando não para baixo.
A faculdade é chata em diversos aspectos, acho que vale a pena mencionar isso, principalmete à aqueles que ainda não entraram. Claro, é minha opinião pessoal e você pode e muitos provavelmente discordarão de mim. De todo modo, eu gosto de várias coisas da faculdade e do que ela me proporciona. Mas acho as leituras um saco, as atitudes e mentalidade, seja dos professores ou de colegas mais chato ainda, é um inferno ter que escrever e escrever e escrever. E o EAD só piora a situação, com um bando de professor ser sensibilidade e empatia.
Não sei se é normal isso. Provavelmente não é, e é muito capaz de eu ser um merda mal-agradecido com a vida privilegiada que eu tenho, e que assim como quase todos ao meu redor, deveria adorar e apreciar toda a experiência.
Voltando, explodi. E brigar com a minha mãe me deixa mal. Mas as vezes sinto isso mesmo, que ela bloqueia algumas coisas que eu quero pra ir atrás de algo mais "normal", mais "útil" e "realista". As vezes sinto vontade de explodir com ela, o que me deixa muito triste, pois ela é a pessoa que eu mais amo e que mais me ama nesse mundo. Só que é um saco.
Eu queria ir embora do Brasil. Queria começar uma vida fora daqui. Ela diz que não é uma boa ideia, que a carreira que aqui escolhi não tem uso lá. E é verdade, não sei como caralhos moraria fora tendo cursado direito aqui. Até pretendo realizar intercâmbio pela faculdade, e se tiver condições para isso, uma pós fora.
Só que eu não sei se quero isso 100%. Não sei nem como é ir atrás de algo verdadeiramente por mim mesmo. E isso me deixa frustrado, me deixa ansioso, e de certo modo faz com que eu às vezes exploda, como fiz há pouco.
Essa ansiedade é um inferno. Queria (sempre quis) ter algumas certezas na vida. Queria saber se eu sou uma pessoa boa ou não, se as pessoas gostam de mim ou não, que eu conseguisse não ter medo/ansiedade desse próximo semestre e do futuro. E o pior é que no começo desse ano, quando estava no intercâmbio, tudo era ótimo e parecia que eu finalmente tenha entendido a vida e esstava feliz comigo mesmo.
Sei lá, é isso. De repente, me sinto melhor só de colocar pra fora o que sinto aqui. Talvez eu continua esse post posteriormente. Peço desculpas por tomar o tempo de vocês, e agradeço do fundo do meu coração de vocês terem lido até aqui. Abraços e muita luz para todos!!
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2020.08.17 22:02 95_zero Não sei pelo que tô vivendo

Me sinto frustrado por não ter mais vontade de fazer nada. Sou formado em jornalismo, trabalho na área, mas não sou realizado. Amo a profissão que escolhi, me proporcionou muitas coisas boas, pessoas e tal, mas eu tinha outros planos antes. Por exemplo, eu queria fazer uma pós em história pra lecionar, isso há dois anos atrás mais ou menos. Recebi as instruções de uma ex-professora pra ser aprovado na USP, sequer comecei e desisti, depois de ver a banalização da história no Brasil e o crescente negacionismo que nos acomete ultimamente. Depois pensei em focar na fotografia (sou fotógrafo mas não exerço como fonte de renda), criar um perfil no Instagram, fazer ensaios, mas eu tenho uma vergonha tremenda de expor meus feitos, minhas criações. Sinto que todo mundo tá me ridicularizando, e quando me elogiam eu não me acho digno. Eu queria ter visibilidade, queria ter essas que olhassem pra mim e gostassem do que eu produzo, mas ao mesmo tempo não sei lidar muito bem com as críticas. Eu me comparo com as pessoas o tempo todo, mas ao mesmo tempo não tenho tesão de ir atrás da informação, de me aprofundar, sempre coloco um obstáculo "amanhã eu faço; hoje eu acordei dez minutos a mais que o normal, o dia se perdeu, não dá pra fazer hoje", etc, coisas ridículas.
Eu sou invejoso, confesso. Mas essa inveja das pessoas me faz querer ir adiante. Eu queria criar um conteúdo, um canal no YouTube, falar de alguma coisa que eu goste e entenda, mas eu paro pra pensar e não entendo muito sobre algo. Eu sou o famoso sabe de tudo por cima mas não sabe nada de forma aprofundada, e isso me deprime. Eu tento ler livros de filosofia (gosto muito e já li boas obras), mas alguma coisa dentro de mim me faz perder o tesão porque eu sinto que não entendo o conceito, enquanto ao mesmo tempo me comparo com um amigo que hoje hitou no TT falando sobre Nietzsche e seus conceitos (coisa que eu entendo mas não consigo explicar igual ele).
Resumindo: pra mim ultimamente a vida tá sendo uma perda de tempo. Eu não quero mais viver no Brasil, queria me mudar daqui, mas aí eu penso "ok, chego em outro país, vivo lá, e? A troco de quê? O que vai me trazer felicidade? Comprar um tênis da Nike por 60 dólares?".
Eu sinceramente não sei o que quero da minha vida, não consigo realizar nada que eu coloco como meta. Me sinto um fracassado, alguém que tem uma saúde ótima, uma vida estável e vive se lamentando aos cantos enquanto pessoas em situações piores realizam feitos extraordinários e nunca abaixam suas cabeças. É isso.
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Eu te amo meu Brasil I do not support the 1964-85 dictatorship. This song was composed and recorded by the band 'Os incríveis' during the military regime (1964-1985), in tribute ... Nome: Usher 07 ID:2307766412 Guilda:ʟᴇɢɪᴏɴ ᅠ07 Brasil 🇧🇷 Celular📱 J2 PRIME 16 GB RAM 1,5 Deixa o like e se inscreva tropa A campanha de Missões Nacionais deste ano tem como tema: Eu amo o Brasil e Quero Ser Bênção para Minha Nação. Entre no site www.missoesnacionais.com.br e faç... 'Eu Te Amo, Meu Brasil' foi o título de uma canção composta pelo cantor Dom, da dupla brasileira Dom & Ravel, que fez sucesso nos primeiros anos da década de... deixa o like e se inscreve no canal bater 29 likes e 30 inscritos “Eu te amo, meu Brasil” de 1970 - Canal História Contada. História do Brasil em músicas e canções: https://goo.gl/pD98bt Facebook: https://goo.gl/t7z21j A ca... Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube. Os Incriveis - Eu Te Amo Meu Brasil #osincriveis #apelossonoros #brasil #lyrics #letra Escola... Marche... As praias do brasil ensolaradas Lá lá lá lá... O c... Aqui estão as minhas 5 razões 'mais profundas' para amar o Brasil! Informações sobre o CLUBE DO CANAL: https://youtu.be/LjoBQSo93tQ